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Iracy de Freitas Araújo 01/09
Carla Vidigal Cunha Costa 04/09
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Maria da Conceição S. Ferreira 07/09
Márcia Roziane Moura 10/09
Arthur Pessanha Medeiros 10/09
Edir de Souza Laia 14/09
Milena do Carmo Santiago 16/09
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Introdução

A Filosofia da Convenção Batista Brasileira resulta da reflexão que os batistas brasileiros fazem sobre os princípios bíblicos que sustentam a existência, a natureza e os objetivos da Convenção, como entidade que:

a) Promove o inter-relacionamento fraterno e cooperativo das igrejas a ela associadas;
b) Apóia o fortalecimento e a multiplicação das igrejas;
c) Se interessa pelo progresso e crescimento espiritual e social dos membros das igrejas;
d) Respeita a autonomia das igrejas cooperantes;
e) Administra zelosamente as entidades e instituições que cria, às quais atribui a execução
de  seus objetivos, programas e determinações;
f) Obedece aos padrões bíblicos de relacionamento com a sociedade, o Estado e outras igrejas.

A Filosofia da CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA tem seu fundamento na Bíblia Sagrada, o livro da revelação divina, foi constituída a partir da Declaração Doutrinária por ela adotada nos Princípios Distintivos dos Batistas, no Pacto das Igrejas Batistas do Brasil e na Missão e Propósito das igrejas cooperantes, e reconhece ser correta e condizente a metodologia de ação prática consagrada no Estatuto da Convenção.

A CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA tem sua gênese histórica na reunião realizada em 1907 na cidade de Salvador-Bahia, com a presença e apoio de 32 "delegados", mensageiros e representantes de 39 igrejas e "corporações" que, após deliberações, decidiram:

"Nós, mensageiros das igrejas, sociedades e outras organizações da denominação Batista de várias partes do Brasil, reunidos na cidade da Bahia, capital do Estado do mesmo nome, nos dias 22 a 27 de junho de 1907, para executar a vontade das corporações,  que representamos, unir todas as forças batistas do Brasil, em uma organização nacional maior,  para o desenvolvimento e eficácia da  pregação do Evangelho  de Jesus Cristo segundo a nossa crença, concordamos em obedecer as seguintes regaras, ou artigos:


Artigo 2° - O fim desta organização é promover missões domésticas e estrangeiras, e tudo mais que direta ou indiretamente tenha relação com o reino de nosso Senhor Jesus Cristo, respeitando-se a soberania das igrejas e igualdade de direitos umas para com as outras". (Ata da 3ª  sessão da Primeira Convenção).

1 - FUNDAMENTOS DA FILOSOFIA DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA

A Convenção, constituída pelas igrejas batistas que livremente se associam para sua formação, é uma associação religiosa que tem por finalidade promover o reino de Deus em todos os seus aspectos, por todos os meios eticamente lícitos.

A Bíblia não registra a existência de convenção, associação de qualquer outra organização eclesiástica, além da igreja.

Entretanto contém ensinamentos e exemplos que sinalizam na direção de procedimentos cooperativos, de reunião de esforços e providências que autorizam o surgimento de entidades e órgãos que, pela iniciativa e com o apoio e controle das igrejas, se tornem instrumentos para a realização dos propósitos que têm em comum.

A Convenção aparece na experiência batista, como instrumento para canalizar e dar expressão concreta ao desejo das igrejas batistas e do povo batista de, juntos, pelejarem "pela Fé que uma vez foi dada aos santos''. (1)

A existência e objetivos da Convenção se assentam sobre quatro pilares básicos, a saber:

a) A compreensão da natureza da igreja neotestamentária local;
b) A posição do indivíduo no propósito de Deus;
c) O governo democrático da igreja;
d) O princípio da cooperação.

Estes pilares básicos formam o arcabouço da Convenção Batista Brasileira e lhe fornecem a sustentação bíblica.

1.1. A Igreja

A igreja batista local é o ponto de partida e de chegada da Convenção Batista Brasileira.

Jesus Cristo instituiu a sua igreja (2), tornando-a real e efetiva (3), revestindo-a de condições para receber todos os povos, fazendo-os  família de Deus (4), amando-a e dando-se a si mesmo por ela (5), a fim de torná-la o instrumento perfeito para o testemunho da sua graça e proclamação da sua salvação.

A igreja é uma congregação local, formada por pessoas regeneradas e biblicamente batizadas, após pública profissão de fé, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ela cumpre os propósitos de Deus no mundo, sob o senhorio de Jesus Cristo, o qual deseja criar um novo homem, segundo a imagem e semelhança do Deus Triúno, e formar uma nova humanidade, um povo para louvor da glória de sua graça, no tempo presente e na eternidade.

A igreja cumpre este propósito através do culto, da edificação dos salvos, da proclamação do evangelho, da ação social e da educação, vivendo em amor. No cumprimento destas funções, a igreja coopera com Deus para a consecução do plano divino de redenção. Baseada no princípio da cooperação voluntária entende a igreja que, juntando seus esforços aos de igrejas co-irmãs, pode realizar a obra comum de missões, educação, formação de ministros e de ação social, com mais eficiência e amplitude. A igreja é autônoma, tem governo democrático, pratica a disciplina e rege-se pela Palavra de Deus em todas as questões espirituais, doutrinárias e éticas, sob a orientação do Espírito Santo.

1.2. O indivíduo no Propósito de Deus - O Crente Batista

E propósito de Deus que todos os homens sejam alcançados por sua graça salvadora(6) e cheguem ao pleno conhecimento da verdade e ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo(7), por se tornarem novas criaturas, reconciliadas com Deus por meio de .Jesus Cristo (8) e, como salvos e reconciliados, sejam tornadas testemunhas suas (9).

Identifica-se como batista a pessoa convertida, regenerada pela ação do Espírito Santo, salva mediante a graça de Deus e a fé em Jesus Cristo, e que se submete à soberania de Cristo; une-se a uma igreja da mesma fé e ordem - corpo de Cristo - através do batismo; presta culto a Deus, e somente a ele; crê na autoridade da Palavra de Deus - sua única regra de fé e prática - e na competência do indivíduo perante Deus.

Do princípio da responsabilidade individual da criatura humana diante de Deus derivam os demais princípios que balizam a vida do crente batista;

a) o livre exame da Palavra de Deus;
b) a liberdade de consciência;
c) a responsabilidade pessoal para com a igreja local e outras co-irmãs;
d) a responsabilidade civil para com o Estado;
e) a separação entre a igreja e o Estado; 
f) e o amor, que gera conduta e respeito para com o próximo, testemunho e ação no mundo.

1.3. O Governo Democrático das Igrejas Batistas

Os batistas adotam como forma de governo da igreja o sistema democrático, exercido pela congregação local, debaixo da soberania de Jesus Cristo, Cabeça e Senhor da Igreja, e sob a orientação do Espírito Santo. A democracia se exprime pelo voto: cada cidadão um voto. No caso das igrejas batistas, cada membro um voto, e o vencido aprende que deve cooperar com a maioria vencedora.

Ela é o sistema de governo baseado no reconhecimento da competência da pessoa humana perante Deus, e nos princípios da liberdade e da responsabilidade, sistema enfim que proporciona oportunidade para o crescimento, o progresso e a plena realização pessoal, como a expressão livre de sua consciência e vontade. A democracia batista é um privilégio, é um desafio, o desafio de preparar e educar um povo para o reconhecimento de seu valor e para aplicação adequada desse valor em tudo que é, diz e faz.

1.4. O Princípio da Cooperação:

São abundantes os textos bíblicos que falam de cooperação e solidariedade entre o povo de Deus, da maneira como Deus age e de como quer o seu povo proceda, ao lhes ensinar a cooperação como forma de atingir seus objetivos.

1.4.1. A cooperação como forma criadora:

lmpressiona como, através da história da revelação, toda a obra criativa de Deus e de Jesus Cristo é impregnada do sentido de solidariedade e cooperação. Desde a criação do universo e do homem(10); a formação do povo de Israel, a partir da convocação de Abrão e sua família - (11 ); a vinda de Jesus Cristo ao mundo com a participação de tantas pessoas (12); passando pela ação do próprio Jesus, quando chama os seus apóstolos(14), e funda a sua igreja (15), essa realidade está presente (16).

1.4.2. A cooperação como exemplo de solução de problemas existentes na igreja:

Observe-se a maneira de agir da igreja, logo no início e nos primeiros anos de sua existência.

Para substituir Judas, os onze são chamados (17); para resolver uma grave questão surgida entre "helenistas" e hebreus - atendimento das viúvas da Igreja e de Jerusalém - a "multidão dos discípulos" é convocada (18). A igreja toda se reúne para ouvir o relatório de Pedro sobre a conversão de Cornélio (19); e na hora de superar preocupantes controvérsias doutrinárias, a "cooperação" está presente, através de um verdadeiro "concílio", o primeiro(20).

1.4.3. Programas cooperativos administrados por igrejas e líderes cristãos:

E ainda a experiência da igreja primitiva - marcada pela "cooperação" - que ensina não só a resolver problemas, mas sobretudo realizar tarefas importantes para a expansão do reino de Deus. Recordem-se: a) o envio de missionários pela Igreja de Antioquia - (21 ); b) a "coleta" para as igrejas da Judéia, por causa da fome (22); c) o sustento de Paulo e de seus companheiros (23); d) o encontro em Trôade (24); e) o relatório de Paula à Igreja de Antioquia, após a primeira viagem missionária(25).

1.4.4. - A cooperação como forma de cuidado e ajuda a igreja:

Nesta exemplificação, com base na experiência da igreja cristã nos primórdios, vale ressaltar outro aspecto da cooperação, isto é, o cuidado e ajuda à igrejas, demonstrados em atitudes tais como: a) a igreja de Jerusalém enviando Barnabé para acompanhar os fatos que estavam ocorrendo em Antioquia da Síria, com o surgimento da primeira igreja cristã gentílica (26); b) a decisão de Paulo de voltar às igrejas organizadas em sua primeira viagem missionária para ver como estavam, fortalecê-las e constituir-lhes lideranças (27); c) o cuidado de Paulo para com todas as igrejas (28).

A igreja como família, povo de Deus, corpo de Cristo, assembléia dos salvos - aponta para a cooperação, para a associação e para a união de forças e propósitos, tendo em vista objetivos comuns. O princípio da cooperação fraterna e solidária está fundamentado na Bíblia - tanto no antigo como no Novo Testamento -, a qual afirma ter Deus propósitos definidos para o mundo e para o universo, que busca alcançar através da participação dos homens em geral e de seus servos em particular.

A cooperação no reino de Deus é a forma de operação que dignifica e exalta os homens. Paulo afìrma que somos cooperadores com Deus (29).    Esta co-participação eleva a cooperação ao ponto mais alto da dignidade, pois dá ao homem o privilégio de trabalhar com o seu Criador e Senhor. A cooperação é a essência do sistema batista. Trabalhar junto tem sido o segredo da obra realizada. Tem sido o ponto para onde convergem as autonomias e independências, reforçando a interdependência e o compartilhar dos membros objetivos. A cooperação é obra de iguais, de companheiros, de livres; porque é resultado da soma de vontades que livremente decidem pela união de forças para a realização de propósitos comuns. A Convenção, como órgão que dá expressão à obra cooperativa dos batistas, busca sempre caminhos para fortalecer a visão sinótica de igrejas e crentes, o que possibilita o desenvolvimento das atenções e esforços na direção assinalada como o ponto de interesse comum.  A cooperação a ser buscada a ser dada tende para a obtenção de resultados cada vez mais expressivos, permitindo o cumprimento dos propósitos e das tarefas indicadas, com a maior eficiência possível. A cooperação a ser dada deve ser alegre, entusiástica e solidária (30).

A Convenção, em seu propósito de promover a cooperação, entende que, além da cooperação resultante dos vínculos que mantém com igrejas, entidades e órgãos, há outra cooperação igualmente desejada: a das entidades ou órgãos com os quais as igrejas se associam, como é o caso das Convenções e Associações de lgrejas Batistas e outros cujos objetivos se somam aos propósitos da Convenção.

A Convenção representa, de forma adequada nos dias atuais, a solução dos batistas para a realização de suas aspirações comunitárias e o tratamento das questões de seu interesse, segundo a mesma linha de ensinamentos e exemplos bíblicos, buscando, assim, manter-se fiel ao propósito de Deus de salvar o mundo e de adquirir para si um povo peculiar.

2 - A CONVENÇÃO - NATUREZA E OBJETIVOS

A Convenção Batista Brasileira é uma entidade religiosa, sem fins lucrativos, composta de igrejas batistas que decidem voluntariamente se unir para viverem juntas a mesma fé, promoverem o reino de Deus e assumirem o compromisso de fidelidade doutrinária, cooperação e empenho na execução dos programas convencionais.

A Convenção existe em função do propósito que o Senhor Jesus deu à sua igreja. Ela não substitui a igreja local, mas aglutina recursos, analisa e sugere métodos, planos, e proporciona às igrejas condições melhores para o cumprimento de suas funções.

A Convenção é caudatária das igrejas, quando recebe delas condições e motivações para existir e operar; é também cadinho e foro, quando em suas Assembléias, constituídas por mensageiros enviados pelas igrejas cooperantes, aprecia doutrinas e práticas, relatórios das atividades dos seus órgãos e entidades, debate idéias e aprovas diretrizes gerais; é ainda COORDENADORA, quando recebe planos e programas como atividades que deve implementar, visando à concretização das aspirações comuns às igrejas cooperantes.

Assim a Convenção incentiva e coordena a obra cooperativa das igrejas, buscando sempre fortalecer a visão e ação de igrejas e crentes regida sempre pelos princípios da voluntariedade, da fraternidade, da solidariedade, do incentivo e presidida pelo respeito à autonomia da igreja participante.

A partir da compreensão de sua natureza, a Convenção tem como finalidade: estimular a criação de condições para abrir canais de cooperação, de congraçamento, de intercâmbio entre as igrejas da mesma f~ c ordem, para que cumpram seus ideais e a missão dada pelo Senhor: do ideal da unidade da fé, no pleno conhecimento do Filho de Deus, da maturidade cristã, objetivando a estatura da plenitude de Cristo; da construção de uma sociedade justa, onde cada cidadão encontre seu bem-estar e o desenvolvimento pleno de suas potencialidades; da formação de um povo para Deus, através da ação da igreja; e da glorificação do nome de Deus em todas as esferas da sociedade.

Tem também, como finalidade, ajudar no preparo do povo de Deus, treinando pessoas para cumprimento de sacerdócio na igreja e na sociedade, a fim de que a presença do evangelho se faça sentir influente na educação, na política, na economia, na ação social, na comunicação social, na religião, através de uma ação missionária, docente profissional, intelectual e cristã eficaz.

Os batistas consideram este desafio com redobrada humildade e dependência de Deus, buscando condições para responder objetivamente as necessidades deste mundo complexo e de oportunidades crescentes.

3. ORGANIZAÇÃO DA CONVENÇÃO

A Convenção tem uma visão global de si mesma, de seus objetivos, do planejamento e coordenação que deve desenvolver no gerenciamento das áreas nas quais atua.

A Convenção organiza-se de forma a cumprir fielmente seus objetivos e cooperar com as igrejas que a compõem, sempre por decisão dos mensageiros, credenciados e enviados às suas assembléias.

Em decorrência de sua natureza, os objetivos e funções da Convenção são balizados por parâmetros estabelecidos pelas assembléias convencionais.

No cumprimento de suas finalidades, cabe à Convenção buscar o equilíbrio que deve existir em uma associação religiosa voltada para promover, incentivar, oferecer e receber a cooperação de igrejas autônomas e de crentes responsáveis diante de Deus.

Estruturalmente a Convenção está organizada para funcionar:
a) Através da Assembléia Convencional, que; é o seu poder soberano, composta por mensageiros  credenciados e enviados pelas igrejas cooperantes, que a constituem, A voz e o voto em cada Assembléia  é direito inerente aos mensageiros da igrejas;
b) Através de um órgão de Planejamento e Coordenação que, no interregno das Assembléias, representa de fato e de direito a Convenção, planejando, coordenando, administrando e executando os seus programas ou encaminhando as determinações da Assembléia Convencional às entidades e órgãos competentes;
c) Através de entidades e órgãos que cria e que, em suas áreas de atuação, a representam conforme definidas em estatutos aprovados em Assembléias Convencionais;
d) Operacionalmente, a Convenção está organizada para:
Tornar efetiva sua visão global e planejar e coordenar sua atuação nas seguintes áreas:

1 - Ação Social
2 – Comunicação
3 - Culto e Louvor
4 - Educação Religiosa, Teológica, Ministerial e Secular
5 - Evangelismo, Evangelização e Missões
6 - Grupos específicos: Crianças, Adolescentes, Jovens, Adultos,
Terceira Idade, Família, Deficientes e outros
7 - Ministérios, Ministério Pastoral
8 - Mordomia Cristã e Sustento
9 - Música
10- Relacionamentos

e) Atuar em áreas ainda não referidas, preocupando-se, inclusive, com o crescimento e o desenvolvimento pessoal do crente e seu ministério voltado para a comunidade e o mundo.

f) Voltar-se para o mundo com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de uma cosmovisão bíblica e cristã, atuante, no encaminhamento de questões contemporâneas como, por exemplo, as relacionadas com o meio ambiente.

Na operacionalização do seu trabalho a Convenção estabelece as áreas de atuação, e as tarefas especificas de cada uma de suas entidades e os objetivos a serem por elas alcançados.

Para operacionalizar o planejamento, a coordenação, a avaliação e o controle das áreas nas quais atua, a Convenção cria instrumentos que possibilitam o atingimento desses objetivos.

O Conselho de Planejamento e Coordenação é o órgão estratégico da Convenção, que tem a responsabilidade de definir e determinar os objetivos e planos de ação, visando ao cumprimento das finalidades da CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA.

As entidades se reportam ao Conselho de Planejamento e Coordenação nos termos definidos pelo Estatuto da Convenção.
O relacionamento da Convenção com as Entidades cooperativas deverá ser operacionalizado sempre de forma a ser mantido completo equilíbrio, o nível e o grau dos relacionamentos deverão ser definidos no presente documento.